27 de julho de 2011

IF I('m) FALL(ing) IN LOVE

(Apaixonar-)me-ei (se) na minha porta bateres e com rosas vermelhas sorrires para mim. Não, não só pelas rosas. Pelo cheiro das rosas, pela cor, tom, sabor e som que elas tem. Pelo teu sorriso. É, aquele que você sorri quando cora, quando abaixa a cabeça e estica os braços para mim. Abraça-me forte, anjo, bem forte, não se perca de mim. Não vá, e se for, volte. Não me importo com a hora, nem tampouco com o dia. Se não demorar, esperarei pela eternidade. E se você não voltar? E se voltar e depois for?  O plano é pedir ao padre que troque o "até que a morte nos separe" pelo "por toda a eternidade", não é? E se não for por toda essa eternidade que nós tanto queremos? E se esse dia não chegar? E se por você eu me apaixonar? E se você não se apaixonar por mim? Talvez você esteja. Talvez eu esteja. Dá medo, não é? Apaixonar-se. E se não for para sempre? E se o para sempre durar dois meses ou cinco anos? E se não durar um dia? "Vai ter valido a pena.". É o que você falaria, eu sei. Clichê? Não, acho que o clichê anda tão sumido, sabe, tão perdido. Você resgatara o clichê para minha vida. Até que gosto, sabe, um pouco de clichê não faz mal. Só, por favor, não seja clichê quando chegar a manhã, não vá embora. Fique. Talvez possamos ser clichês juntos. E dizer coisas clichês um ao outro. Eu gosto de rosas, é, das vermelhas. Como aquelas que fizeram eu me apaixonar. Quem diria, apaixonar-me. Eu havia prometido a mim não me apaixonar por você. Não me apaixonar de novo. De-novo. Desamor. Não seja meu desamor, ando tão exausta de desamores. Seja meu amor. Meu para sempre, meu de-verdade, meu menino, meu anjo e melhor amigo. Seja o que eu preciso ter, sentir e tocar. Seja o que eu quero ter, sem deixar de ser você. Você consegue, não é, menininho? Não consegue? Eu sei que consegue. Você precisa conseguir. Eu te ajudo, prometo. Eu te ensino a ser quem eu preciso e você me ensina a ser quem você precisa. E aí a gente se completa, não é? E ficamos felizes? Quer ser feliz comigo? Acho que eu posso deixar algumas frescuras minhas de lado. Posso aprender a gostar um pouquinho do seu time, dos seus jogos de video game e alguns gostos estranhos que você tem para comida. Só não me deixe ter medo de me apaixonar por você. De me apaixonar outra vez. Sabe, na verdade mesmo, acho que o medo todo não é nem de me apaixonar, é mais de que você se torne um desamor como os outros. Sabe, desilusões e tudo mais? Nós podemos ser tudo o que quisermos, só não deixe que nos tornemos passado. Que sejamos presente, futuro. Como dizia o bom e velho Caio que a gente tanto ama, "Que sejamos doce. E seremos, eu sei.".